Senado Federal imprime e doa

coleções de livros em braile

O 1º secretário do Senado Federal, senador Romeu Tuma (PFL-SP), entregou dia 9 último coleções de livros em braile a entidades de assistência a deficientes visuais, no estande do Senado na 4ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco. Salientou que a Secretaria Especial de Editoração e Publicações (Seep) tem tido uma atenção especial em levar aos deficientes visuais os códigos e as leis, para que eles conheçam seus direitos e os de cada cidadão.
O senador destacou também, na participação do Senado em bienais e feiras de livros por todo o País, a aproximação da Casa com os cidadãos. Para Romeu Tuma, as pessoas comuns não sabem qual é a função do parlamentar.
"Eu me sinto muito feliz com essa infra-estrutura que o Senado tem e a política real de poder trazer à sociedade os conhecimentos que temos à nossa disposição" – afirmou o senador, que se sentou no chão, junto das crianças, para assistir ao espetáculo de teatro mamulengo O Menino Sem Nome, exibido diariamente na feira do livro pelo funcionário da Seep, Josias Wanzeler.
Entre os órgãos do Senado que colaboram para a difusão do conhecimento, citou o Interlegis (comunidade virtual do Poder Legislativo), o Instituto Legislativo Brasileiro (ILB) e a Biblioteca Acadêmico Luiz Viana Filho. Tuma lembrou o convênio para a recuperação de livros que estavam se deteriorando, destacando o grande empenho da diretora da biblioteca, Simone Bastos Vieira.
Bienal do Livro 04.JPG (140828 bytes)

Tuma (ao centro) com representantes de entidades que receberam  livros em braile

Boa repercussão

O estande do Senado Federal na IV Bienal Internacional do Livro de Pernambuco conseguiu grande divulgação na mídia local. Os três jornais diários do Recife e a Rede Globo Nordeste veicularam reportagens destacando a qualidade dos livros e dos documentos expostos. Nenhuma das notícias teve conotação política, ou seja, elas trataram apenas dos produtos expostos no estande.

Já no domingo (5), segundo dia da bienal, o Diário de Pernambuco estampou, em contracapa colorida do caderno Viver, a reportagem "Memória brasileira em edições de luxo", assinada pela jornalista Maria Eduarda Antunes. A matéria destaca a qualidade e o valor cultural das publicações. Além da capa de dois lançamentos, publicou a cópia da Lei Áurea e do diploma do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


Bienal do Livro 03.JPG (174100 bytes)

Houve teatro mamulengo para as crianças diariamente

A reportagem, que ocupou o alto da página e teve chamada na capa do caderno, teve também uma entrevista do 1º secretário do Senado, senador Romeu Tuma (PFL-SP), obtida pelo jornal. Nela o parlamentar destaca o livro As Aventuras de Nhô Quim & Zé Caipora, que reúne as primeiras histórias em quadrinhos produzidas no Brasil, por Ângelo Agostini, entre os anos de 1869 e 1883.

No dia seguinte, a prestigiosa coluna Cena Política, do Jornal do Commercio, já avisava em nota que o Senado levou para a Bienal "dezenas de livros de ou sobre a Constituição, a preços populares". O colunista, jornalista Ciro Carlos Rocha, lembrou que a Constituição comemorara, no dia anterior, 15 anos. A coluna é publicada na página 3 do jornal.

Na terça-feira (7), o mesmo Jornal do Commercio publicou, em sua editoria de política, na página 4, reportagem intitulada "Memória política e Constituições na Bienal". A matéria enfatiza as coleções sobre as Constituições e os lançamentos que o Senado levou à Bienal - entre eles, dois livros do pernambucano Joaquim Nabuco. E foi ilustrada com foto do diretor do Instituto Legislativo Brasileiro(ILB), Florian Madruga, que, em entrevista, afirma que "a função do nosso estande não é apenas de divulgar essas obras importantes da história do país, mas também de trazer o Senado mais para perto da sociedade".

Na mesma terça-feira, o telejornal Bom Dia PE dedicou um minuto e 15 segundos exclusivamente ao estande. O repórter Alex Cunha enfocou os documentos históricos, como o projeto de lei de 1852 do senador pernambucano Antonio Francisco de Paula Holanda Cavalcanti, em que ele sugere a transferência da capital do Brasil para o interior mais de cem anos antes da construção de Brasília. Em entrevista, Madruga afirmou que a intenção do Senado é a de "levar ao público brasileiro, ao cidadão, a história política do país, a história da representação popular e a história da cultura brasileira".

Nesta quarta-feira (8), foi a vez da Folha de Pernambuco publicar a reportagem "Novidade: obras literárias em braile". Assinada pela jornalista Fabiana Maranhão, a matéria destaca que, pela primeira vez no Brasil, o Senado apresenta uma obra literária impressa na grafia em relevo (que permite aos cegos lerem com o tato). Trata-se de excertos do livro Conselho aos Governantes, também publicado em tinta pelo Senado. A jornalista acrescenta que os livros serão doados a entidades de assistência a portadores de deficiência visual

Mensagem para O JORNAL

Volta à 1.ª página