2.° clichê

Estatuto do desarmamento: a conspiração contra cidadania

A Rede Bandeirantes de Rádio e TV contrapôs-se à pressão do grupo Globo que busca aprovar desesperadamente no Congresso Nacional o Estatuto do Desarmamento, destinado a privar o cidadão de bem do direito de legítima defesa, até agora garantido em todo o nosso ordenamento jurídico. Com o projeto, chega-se à última fase de uma conspiração iniciada há mais de 20 anos para implantar no Brasil o "terrorismo sem terrorista" e chegar a uma pseuda "ditadura do proletariado" (leia "Querem destruir o Estado Democrático de Direito", clicando aqui).

Na concepção global, as pessoas do povo e parlamentares que reagem são "lobbistas" da indústria de armamentos (nacional?) e partidários de uma suposta "bancada das armas". Diante desses rótulos, cabe perguntar: se existe na Câmara dos Deputados e no Senado Federal uma "bancada das armas", o que seriam os favoráveis ao Estatuto? Integrantes de uma "bancada do crime"?

Mas, com todo o seu poderio, aliado à "força" da ong responsável pela anomia em que mergulhou o Rio de Janeiro e mesmo usando os telejornais, rádios e publicações impressas de sua propriedade, além das novelas, a Globo mal conseguiu reunir "30 mil pessoas" (segundo suas próprias estimativas, exageradas por sinal), na maioria crianças pobres, à frente do Congresso para tentar aumentar a pressão sobre os deputados e senadores. Número muito inferior, por exemplo, ao de e-mails enviados a cada mês a este modesto O JORNAL.

Ontem, dia 21, o JORNAL DA BAND reafirmou sua posição contra o famigerado Estatuto do Desarmamento e a favor dos chefes de família. O texto, reproduzido abaixo, retrata também o pensamento de O JORNAL. Eis o editorial, consciente e cidadão, da BAND:

"As atenções do País começam a se concentrar nos movimentos da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. É lá que se conspira contra o direito do cidadão honesto de se defender.

"O instrumento da conspiração, o tal Estatuto do Desarmamento, já não está enganando tanta gente: as reações contra este projeto, que, na verdade, defende o direito do bandido de assaltar e matar vítimas desarmadas, crescem a cada momento. E, na própria comissão, alguns deputados, que antes não se manifestavam, agora já estão levantando dúvidas e restrições a esta estranha bandeira.

"A conspiração a favor dos bandidos perderá terreno e poderá fracassar. Mas é preciso que aqueles que serão suas verdadeiras vítimas, os cidadãos de bem, os que respeitam a lei, estejam atentos e mobilizados contra ela. Hoje, a votação foi adiada. Pode ser um sinal de que os protestos contra uma lei de proteção ao crime estejam mostrando sua força. É a força de um direito natural, o direito do homem de se defender. Esta é a opinião da Band."

Mensagem para O JORNAL

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